Caiu o pano sobre mais uma época de XC, daquele puro e duro claro.
O encerramento foi na Lagoa do Carvão, prova adiada por não se ter pedido permissão a S. Pedro, por alturas de Junho.
Diga-se que não havia nada a disputar. Falo de coisas sérias e não de disputas pessoais. Mesmo assim tenho de salientar o espírito competitivo dos atletas que, mesmo a feijões, não deixaram de dar o seu melhor.
Tive o privilégio de acompanhar o XC e o DH este ano. Foi um ano de coisas boas e menos boas.
Penso no entanto que é uma modalidade presa por fios. Não me levem a mal mas sem rodeios e hipocrisias é o que me parece. É preferível dizer-se o que se pensa do que dar palmadinhas nas costas.
Eu próprio não gosto de certas coisas e de certas pessoas (mais as últimas...) que fazem parte da modalidade.
E como eu muitos outros. A diferença está nos apertos de mão e nas palmadinhas nas costas...
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