
Sempre gostei de chá. Uma bebida de remotas origens que, de alguma forma, nos diz muito. É para os lados da Maia (a dos Açores e não no Porto) que se encontram as únicas plantações de chá da Gorreana.
É igualmente nesta deslumbrante paisagem que se realiza, de há uns anos a esta parte, a mítica e sui generis Prova de XCO por entre as plantações de chá.
Decerto sem paralelo por este mundo fora, esta prova de ciclismo é sem sombra de dúvida a minha preferida. A envolvência paisagem, atletas e público e o famoso drop faz com que esta prova seja única.
Este ano ainda mais. À partida tínhamos grandes atletas e uma belíssima representação da nata do XC nacional.
Não importa quem ganha ou perde. Todos nós, como adeptos que somos, não ficamos indiferentes a ela.
Os anos passam mas a Gorreana, madrasta ou não, continua fiel ao seu título de rainha das provas de XC. Pelo menos no meu ponto de vista...




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